Preview: Foster Farms Bowl – Purdue vs. Arizona

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A versão 2017 do Foster Farms Bowl é o clássico hipster do college football. De um lado, Purdue, que vem de seu primeiro ano com o guru ofensivo Jeff Brohm, que instalou um ataque cheio de graças em West Lafayette. Do outro, Arizona, que jogou boa parte de suas partidas na Pac-12 Network para quase ninguém e teve a ascensão de um fenômeno, o quarterback Khalil Tate.

📝 O que? Foster Farms Bowl – Purdue Boilermakers (6-6) vs. Arizona Wildcats (7-5)
🕛 Quando?
Terça, 27 de dezembro, às 23h (horário brasileiro de verão)
🌎 Onde?
Levi’s Stadium – Santa Clara, Califórnia
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📚 Histórico: Purdue lidera a série com 2 vitórias
🆚 Último confronto:
Arizona 24, Purdue 31 (2005)
🎰 Linha de Vegas: 3 – Arizona

Criado como San Francisco Bowl em 2002 antes de receber um patrocínio, este bowl hoje é administrado pelos donos do San Francisco 49ers, que assumiram o comando em 2016, dois anos após o jogo passar a ser realizado no novo estádio do time da NFL, o Levi’s Stadium. Curiosamente, desde a criação, o jogo sempre foi patrocinado por empresas do ramo de alimentação. De 2002 a 2009, a Diamond Foods, empresa que produz nozes, botou diferentes nomes na partida. De 2010 a 2012, a Kraft Foods foi quem patrocinou o evento. Desde 2014, o bowl é patrocinado pela Foster Farms, uma empresa que trabalha no ramo de criação e venda de frango.

🛤A estrada até Santa Clara

Após a chegada do novo técnico Jeff Brohm, Purdue começou a temporada bem, assustando Louisville e batendo Ohio e Missouri com bons desempenhos ofensivos. Mas o time não conseguiu se manter bem, perdendo cinco de seus próximos sete jogos, incluindo jogos competitivos até certo ponto contra Michigan e Wisconsin. Os Boilermakers precisaram vencer seus últimos dois jogos, contra Iowa e a rival Indiana, para garantir sua vaga em um bowl.

Arizona abriu a temporada vencendo os jogos que deveria ter ganhado e perdendo os mais equilibrados, chegando à quinta partida 2-2. Foi aí que o técnico Rich Rodriguez fez a mudança que garantiu seu emprego por mais um ano: a efetivação do quarterback Khalil Tate. Depois disso, os Wildcats venceram cinco das próximas seis, com a derrota vindo em um jogo equilibrado contra USC. A temporada regular terminou de forma decepcionante, perdendo duas vezes seguidas, mas não foi visto como problema, pois a elegibilidade de bowl já tinha sido conquistada.

Ja’Whaun Bentley foi um dos destaques da defesa de Purdue durante a temporada.

Quando Purdue tiver a bola

A chegada de Jeff Brohm até deu uma animada no ataque, que mostrou várias jogadas engraçadinhas durante a temporada e foi muito bem nas campanhas em que elas eram chamadas, mas não conseguiu ser constante o suficiente. A unidade melhorou razoavelmente depois que o Elijah Sindelaar assumiu o cargo de quarterback titular em favor de David Blough.

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A defesa de Arizona continua ruim e parece ter alcançado níveis horríveis em 2017. A unidade é extremamente ruim contra o passe e bem ruim contra o passe. O único ponto positivo é que ela não cede tantas jogadas longas em comparação com outras defesas tão ruins.

Quando Arizona tiver a bola

O ataque dos Wildcats mudou de figura quando Khalil Tate assumiu a titularidade na quarta partida da temporada. Desde então, o quarterback já somou 1267 jardas e 12 touchdowns terrestres, incluindo três jogos com mais de 200 jardas. Só que no fim do ano os adversários conseguiram fechar mais o box e limitaram a atuação de Tate, que somou apenas 60 jardas nas derrotas contra Oregon e Arizona State.

E Tate e companhia enfrentarão uma unidade que melhorou muito da temporada passada para cá. Os Boilermakers saíram do último lugar para 5º em pontos concedidos nos jogos da Big Ten (38,3 pontos por jogo em 2016 e 19,3% em 2017). E muito disso se deve ao nível da defesa contra o jogo corrido, sendo a sexta melhor do país, com destaque para o defensive tackle Gelen Robinson e os linebackers Ja’Whaun Bentley e Markus Bailey, que somam 50 corridas paradas no ano.

Khalil Tate correu bastante depois de virar o titular dos Wildcats.

🔜Draftáveis

Por Arizona, os dois principais nomes para ficar de olho são o running back Nick Wilson e o defensive back Dane Cruikshank. Wilson até poderia ter mais destaque, já que começou sua carreira universitária de forma sensacional – 10 jogos com 100 jardas ou mais em seus 17 primeiros –, mas uma série de lesões diminuiu seu tempo de jogo e sua produtividade. Enquanto isso, Cruikshank é bem versátil e atuou como cornerback em 2016 e safety em 2017, indo bem nas duas posições.

Do lado de Purdue, os destaques ficam para jogadores já citados acima por causa de suas participações na defesa do jogo corrido. O defensive tackle Gelen Robinson e o linebacker Ja’Whaun Bentley são muito bons preenchendo espaços e encontrando os corredores, podendo ser escolhidos no fim do draft ou como free agents.

🔮Previsão

Bassi Henrique João Vitor Kelvin Matheus Nick Vitor Weinny

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