Preview: Belk Bowl – Wake Forest vs. Texas A&M

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O bowl que tem a conta de Twitter mais engraçada possível coloca frente a frente equipes que chegam em momentos bem diferentes. Enquanto Wake Forest comemora uma boa temporada com sete vitórias e evolução ofensiva, Texas A&M demitiu técnico e busca fazer uma mudança no sistema.

📝 O que? Belk Bowl – Wake Forest Demon Deacons (7-5) vs. Texas A&M Aggies (7-5)
🕛 Quando? Sexta, 29 de dezembro, às 16h (horário brasileiro de verão)
🌎 Onde? Bank of America Stadium – Charlotte, Carolina do Norte
📺 Como assistir? WatchESPN e fique de olho no nosso Twitter

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📚 Histórico: Confronto nunca aconteceu
🆚 Último confronto: N/A
🎰 Linha de Vegas: 3 – Wake Forest

O bowl em questão existe desde 2002, inicialmente com o nome de Queen City Bowl, mas assim como outras partidas, o nome nunca foi usado por causa de razões corporativas. Em 2011, a loja de departamento Belk, que tem sua sede em Charlotte, assumiu o patrocínio e continua desde então, tendo uma das melhores contas de Twitter sobre college football. Originalmente, o bowl abrigava equipes da ACC e da Big East, mas depois da quebra da segunda conferência, o tie-in passou a ser da SEC.

🛤A estrada até Charlotte

Wake começou a temporada muito bem com quatro vitórias, mas tudo mudou quando entraram as partidas contra rivais da ACC. Foram quatro derrotas em cinco jogos, com três delas sendo contra times superiores na forma de Florida State, Clemson e Notre Dame (por mais que seja independente, ND faz jogos contra equipes da ACC como parte de seu contrato com a conferência). E o ano ainda terminou com uma derrota ruim contra Duke, mas pelo menos a equipe tinha vencido os dois jogos anteriores para assegurar sua elegibilidade com toda certeza.

Como já virou costume, o ano em College Station foi bem tumultuado. Os Aggies começaram a temporada levando uma virada inacreditável de UCLA e sofreram bastante com Nicholls State, da FCS, e Louisiana, colocando o cargo de Kevin Sumlin em xeque. Com a equipe 4-1 na temporada e muitas questões, aTm deu muito trabalho para Alabama e parecia ter se achado em 2017, mas nada disso. Foram três vitórias contra oponentes mais fracos e três derrotas contra times mais fortes nos últimos jogos. Por fim, Sumlin foi demitido e os boosters investiram um caminhão de dinheiro para buscar Jimbo Fisher, que ficará só vendo neste jogo.

John Wolford foi muito bem liderando o ótimo ataque aéreo de Wake em 2017.

Quando Wake Forest tiver a bola

De forma bem quieta, John Wolford foi um dos melhores quarterbacks da temporada. O signal caller liderou um ataque aéreo bem eficiente – segundo lugar do país no ranking S&P+, de Bill Connelly – e que não precisou de muitas jogadas longas para avançar bem em campo. Wolford lançou para 2792 jardas, 25 touchdowns e apenas 6 interceptações, além de contribuir com dez pontuações pelo chão. E um bom corpo de recebedores contribui para o sucesso do QB: os wide receivers Tabari Hines e Scotty Washington – os dois com mais de 35 recepções e 500 jardas – e o tight end Cam Serigne, que recebeu oito touchdowns. O principal WR, Greg Dortch, está machucado, mas não deve fazer tanta falta com o tanto de alvos que a equipe possui.

A defesa de Texas A&M é extremamente inconstante. Os Aggies nunca conseguem fazer o trabalho completo por um jogo, podendo passar um quarto não cedendo nada ao adversário e depois entregar tudo no período seguinte. E por mais que o front six consiga gerar jogadas negativas, a jovem secundária dá umas entregadas de vez em quando. Ou seja, é bem difícil confiar.

Quando Texas A&M tiver a bola

O ataque dos Aggies foi tão inconstante quanto a defesa, muito por causa do carrossel de quarterbacks. Nick Starkel machucou logo no primeiro jogo, Kellen Mond demorou a se mostrar realmente efetivo e Jake Hubenak também teve alguns snaps. Para piorar, o jogo terrestre não funcionou como era esperado, mesmo tendo os ótimos running backs Trayveon Williams e Keith Ford, além da habilidade de Mond correndo com a bola. Mas a principal peça do time é Christian Kirk, um wide receiver extremamente dinâmico e um excelente retornador de chutes.

Sem o coordenador defensivo Mike Elko, que foi para Notre Dame (e curiosamente era especulado em Texas A&M), a unidade de Wake Forest que esteve entre as 20 melhores do país em vários quesitos em 2016 regrediu. Mas a defesa continua em um nível satisfatório, principalmente contra o passe, com destaque para o cornerback Essang Bassey, que interceptou três lançamentos e desviou outros 13 durante a temporada.

Christian Kirk, o homem mais perigoso do ataque dos Aggies.

🔜 Draftáveis

Wake é um time cheio de jogadores mais novos, então não tem nenhum prospecto realmente interessante para o draft, podendo surpreender na ACC na próxima temporada, inclusive.

Por Texas A&M, o grande nome é o wide receiver Christian Kirk, extremamente dinâmico, perigoso após a recepção e ótimo retornando. O recebedor pode facilmente ser escolhido nas duas rodadas iniciais do draft. Outros dois jogadores que devem aparecer até na sexta são o safety Armani Watts e o defensive tackle Zaycoven Henderson.

🔮Previsão

Bassi Henrique João Vitor Kelvin Matheus Nick Vitor Weinny

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