Student Section #3 – Alabama vs. Clemson III… Será?

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Quanto mais a temporada vai se desenhando, mais eu tenho a impressão de que teremos novamente um embate entre Alabama e Clemson em janeiro – talvez o tira-teima, já que cada equipe tem uma vitória sobre a outra nas duas últimas finais nacionais. E não é difícil imaginar por quê: são dois times com ótimos técnicos e, justamente por isso, excelentes jogadores.

Na verdade, a impressão é de que existem Alabama e Clemson no topo e então todo o resto – no momento, praticamente ninguém parece ser páreo para nenhuma das duas equipes. A pergunta que fica é: isso é algo bom ou ruim pro college football?

Como torcedor de Stanford não relacionado diretamente a nenhuma das duas equipes (exceto por ser um pouquinho – bem pouquinho mesmo – hater de Bama), eu confesso que acho isso um pouco entediante, afinal de contas meu fator favorito relacionado ao college é o caos e a imprevisibilidade e, bem, imaginar um título nacional ser disputado pelas mesmas duas equipes pela terceira vez consecutiva me faz pensar mais em NBA do que em NCAA – e pra mim, que não gosto de NBA e sua polarização, isso não é nada bom…

Por outro lado, como fã do college football como um todo, eu reconheço a importância histórica deste momento. Qualquer um que conheça um pouco da história deste esporte sabe que, assim em como todos os outros, dinastias vêm e vão, muitas vezes marcando toda uma era. Porém raramente dois programas de alto nível se encontram no topo simultaneamente – e é isso que está acontecendo no college com Alabama e Clemson.

Pode até ser previsível, um pouco entediante e bastante parecido com a monotonia da NBA (novamente, EU não gosto – mas respeito completamente), mas esse provável Nick Saban vs. Dabo Swinney III seria o mais novo capítulo de uma rivalidade tão grande quanto Lakers vs. Celtics (ou, recentemente, Cavaliers vs. Warriors) no basquete, Muhammad Ali vs. Joe Frazier no boxe, Yankees vs. Dodgers na World Series e Estados Unidos vs. União Soviética em praticamente todos os esportes olímpicos na segunda metade do século passado.

Se isso realmente acontecer – e o cenário atual mostra que isso é cada vez mais provável -, será um jogo imperdível!

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