Draftbilidade – Semana 5 do College Football

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Após falarmos dos jogadores que estão na briga pelo Troféu Heisman, chegou o momento da nossa semana em que avaliamo a “draftabilidade” de alguns jogadores do college na Semana 5.

Se o Draft fosse uma bolsa de valores, quais jogadores teriam suas ações em alta após esta rodada? E quais perderam valor? Confira abaixo.

📈 Ações valorizadas

Bryce Love (RB, Stanford)

Bryce Love não conhece a palavra limites, especialmente quando se trata de recordes. O jogador deixa a torcida de Stanford tranquila quando se trata na troca de bastões, ao menos no jogo corrido. Com mais de 1000 jardas em 98 tentativas, Love caminha rapidamente para ultrapassar o quase impossível recorde de Barry Sanders.

Jaylen Samuels (TE, NC State)

Samuels tem sido um alvo valioso nas terceiras descidas. Das fez recepções que teve nessa situação, seis delas coverteram a descida, somando 90 jardas. Ou seja, uma média de nove jardas por recepção em terceiras descidas. Além de ser um alvo grande devido o seu tamanho (1,80m e 127kg), ele também é muito seguro com as mãos, sendo sempre uma válvula de segurança do ataque do Wolfpack.

Cam Phillips (WR, Virginia Tech)

Ser o principal alvo do ataque de Justin Fuente não é para qualquer um. No seu ano como senior, Cam Phillips tem atraído atenção nacional sendo um dos líderes de jardas e touchdowns recebidos no país. Até o último jogo contra Clemson, ele não tinha recebido menos de seis passes por jogo e teve a sua pior partida com apenas 74 jardas e uma média de 10,1 por recepção, o que não deve ser desmerecido, especialmente contra a incrível defesa de Clemson.

Chase Winovich (DE, Michigan)

Teve a árdua tarefa de substituir Taco Charlton na defesa dos Wolverines. Apesar de jogar no weak side, Winovich tem mostrado incrível habilidade atlética e técnica. Seu número de movimentos para atacar o offensive lineman é extenso, além de liderar a B1G em número de sacks. Irá enfrentar excelentes offensive tackles ao longo da temporada, o que pode fazer o seu stock subir ainda mais para o draft.

Tyrell Crosby (OT, Oregon)

Antes mesmo da lesão de Connor Williams, Tyrell Crosby já se destacava entre os linhas ofensivas. Apontado pelo Pro Football Focus como o melhor left tackle do país, Crosby tem ajudado o explosivo ataque dos Ducks na temporada, tanto na corrida como na proteção para o passe. Com um ótimo tamanho (1,96m e 145kg), Crosby continuará tratorando os oponentes nas semanas que seguem.

📉 Ações desvalorizadas

Arden Key (DE, LSU)

O stock de Key, assim como as esperanças de LSU, tem caído jogo a jogo. Além de não ter começado os dois primeiros jogos do ano graças a uma lesão no ombro, Key tem sofrido, e muito, para reproduzir os números incríveis que ele conseguiu no ano passado. Após três partidas, ele conseguiu apenas 0,5 sack (quando você divide a estatística com outro jogador) e nove tackles no total (sendo apenas dois individuais). Não sei se ainda é resultado da sua operação, mas Arden continua com dificuldades para se livrar do marcador e ser efetivo no backfield.

Courtland Sutton (WR, SMU)

Não deixe o número de touchdowns te enganar. Sutton não tem jogado tão bem como esperado. Cotado como um dos melhores recebedores do ano passado, Courtland decidiu ficar com os Mustangs por mais um ano e essa decisão parece não ter sido das melhores. Com o número de jardas por jogo reduzido, além de uma média de jardas por recepção também ter caído, Sutton não parece tão dominante como no ano passado. Algumas dificuldades em abrir separação com os cornerbacks tem reduzido o seu desempenho em campo.

Jauan Jennings (WR, Tennessee)

Assim como o ataque dos Volunteers, Jauan Jennings não pisará em campo tão cedo. Depois de sofrer uma lesão no pulso no primeiro jogo da temporada, o wide receiver perderá o restante da temporada graças a sua lesão, fazendo com que ele não consiga demonstrar a sua habilidade para os scouts. Imagino que Jauan retorne para Knoxville para o seu senior year.

Mike Weber (RB, Ohio State)

Weber quase desfalcou o time de Ohio State com uma séria lesão na coxa, mas conseguiu participar de alguns jogos dos Buckeyes. Só que apesar da sua boa atuação no último jogo contra Rutgers, Mike não consegue se manter em campo para conseguir um número razoável de toques na bola. Mesmo correndo atrás de uma ótima linha ofensiva, Weber tem pouca oportunidade de mostrar as suas habilidades como Ezekiel Elliott conseguiu em 2014.

 

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