Browse By

Dança das Cadeiras – 12 assistentes em quem prestar atenção

coord1516

Estamos oficialmente na Semana 13, aquela em que muitas das equipes fazem sua última partida da temporada. A partir do próximo sábado, a dança das cadeiras começa no college football e, como em todos os anos, vários coordenadores devem assumir cargos como head coaches.

Exemplos da última temporada não faltam: Pat Narduzzi, então coordenador defensivo de Michigan State, assumindo Pitt; Tom Herman indo de Ohio State para Houston; Chad Morris deixando o cargo de coordenador ofensivo em Clemson e indo para SMU – dentre tantos outros que poderíamos citar aqui.

Abaixo, trazemos um levantamento de 12 técnicos assistentes que podem receber a chance de assumir algum programa como técnico principal (use as setas para navegar).

Menções honrosas

Além dos 12 coordenadores que abordaremos em detalhes a seguir, alguns outros também podem acabar conseguindo empregos como head coach são para a próxima temporada são:

  • Kendal Briles (OC, Baylor Bears)
  • Mike Sanford (OC, Notre Dame Fighting Irish)
  • Jim Leavitt (DC, Colorado Buffaloes)
  • John Baxter (STC, Michigan Wolverines)
  • Bob Shoop (DC, Penn State Nittany Lions)
  • Ivin Jasper (OC, Navy Midshipmen)
  • Sonny Cumbie (co-OC, TCU Horned Frogs)
  • Bud Foster (DC, Virginia Tech Hokies)

12. Eddie Gran (OC, Cincinnati Bearcats)

Coordenador de um dos ataques mais explosivos do Group of Five (que manteve sua regularidade mesmo jogando com um quarterback reserva por grande parte da temporada), Gran também é um exímio recrutador e tem experiência em programas maiores (Auburn, Miami, Tennessee e Florida State, por exemplo).

Onde ele pode parar? Sua rede de contatos com high schools da Flórida, uma das maiores minas de talento para o college football, o colocam como uma opção interessante para UCF ou mesmo para South Florida, caso Willie Taggart assuma outro cargo.

11. Chris Ash (DC, Ohio State Buckeyes)

Sob o comando da defesa de Ohio State nas duas últimas temporadas, Ash foi responsável por desenvolver muitos talentos e já tem experiência suficiente para receber uma oportunidade.

Onde ele pode parar? Natural de Ottumwa, Iowa e tendo feito parte do staff de Iowa State por um total de sete anos, ele pode ser considerado para a vaga deixada por Paul Rhoads.

LEIA TAMBÉM:  Calouros brilham e Alabama conquista - de virada - seu 17º título nacional

10. Gene Chizik (DC, North Carolina Tar Heels)

Único nome desta lista a já ter conquistado um título nacional como head coach (com Auburn em 2010), Chizik é bastante experiente e mostrou novamente a qualidade de seu trabalho ao dar uma guinada de 180º graus na defesa de North Carolina em apenas uma temporada.

Onde ele pode parar? Se Larry Fedora acabar aceitando um emprego melhor, Chizik merece pelo menos ser considerado para o cargo em Chapel Hill. Se não for o caso, suas ligações com a Flórida podem acabar levando-o para UCF (onde ele já foi coordenador defensivo por três temporadas).

09. Dave Aranda (DC, Wisconsin Badgers)

Em seus três anos com os Badgers, Aranda fez sua defesa desenvolver uma reputação de agressividade. Garantir sua presença no staff nesta temporada, mesmo com a mudança de head coach, foi uma ótima estratégia do programa de Wisconsin.

Onde ele pode parar? Sua experiência em programas menos expressivos da Costa Oeste o coloca como um candidato viável para a vaga aberta em Hawai'i ou qualquer outra que surja a oeste do Texas.

08. D.J. Durkin (DC, Michigan Wolverines)

Nome por trás de uma das melhores defesas desta temporada, Durkin tem pedigree: foi assistente de Jim Harbaugh em Stanford e de Will Muschamp em Florida. É uma questão de (pouco) tempo até que tenha uma oferta para ser head coach.

Onde ele pode parar? Se Dino Babers deixar o programa de Bowling Green, alma mater de Durkin, este será automaticamente considerado o melhor candidato - especialmente por já ter feito parte do staff dos Falcons.

07. Geoff Collins (DC, Florida Gators)

Não é preciso falar muito sobre suas suas credenciais, basta dizer que este ano em Gainesville ele conseguiu melhorar ainda mais uma defesa que já era uma das melhores da FBS. Além disso, ele é conhecido por ser um exímio recrutador e por se relacionar muito bem com seus jogadores desde seu tempo em Mississippi State.

Onde ele pode parar? Natural da Geórgia e tendo fortes ligações com a Flórida, ele é um candidato viável para assumir UCF (onde ele já foi coordenador de recrutamento e técnico de linebackers no final da década passada).

LEIA TAMBÉM:  Preview: Arizona Bowl - Utah State vs. New Mexico State

06. Lincoln Riley (OC, Oklahoma Sooners)

Quando estava em East Carolina, Riley foi o responsável por um dos ataques mais potentes do Group of Five e conseguiu trazer o mesmo estilo explosivo para Oklahoma em 2015 - a unidade tem sido surpreendente, mesmo jogando com uma linha ofensiva bastante inexperiente.

Onde ele pode parar? É difícil imaginar que Riley vá embora de Norman por qualquer emprego, mas ele é um candidato interessante para Missouri. Lembremos que Mack Rhoades, novo diretor atlético da universidade, é o mesmo cara que ano passado deu uma chance a um talento ofensivo em ascensão como Riley quando contratou Tom Herman em Houston.

05. Doug Meacham (co-OC, TCU Horned Frogs)

Junto com Sonny Cumbie (também co-coordenador ofensivo), Meacham transformou o ataque dos Horned Frogs da água para o vinho e foi inclusive finalista do Broyles Award (prêmio dado ao melhor coordenador) na última temporada.

Onde ele pode parar? North Texas é uma possibilidade real, já que seu ataque seria facilmente "vendido" para eventuais recrutas. Houston também é uma possibilidade caso Tom Herman aceite um cargo no Power Five.

04. Barry Odom (DC, Missouri Tigers)

Seu trabalho à frente da tradicionalmente boa defesa de Missouri nesta temporada tem sido bastante acima da média - assim como foi em seu emprego anterior, Memphis.

Onde ele pode parar? Ele tem um grande histórico com o programa de futebol americano de Missouri e certamente deve ser considerado para a vaga que será deixada por Gary Pinkel, mas há uma probabilidade maior de que ele seja um dos primeiros nomes na lista de Memphis caso Justin Fuente assuma alguma vaga no Power Five.

03. Mario Cristobal (Técnico da OL, Alabama Crimson Tide)

Bom recrutador, Cristobal é o responsável por desenvolver o talento de uma das melhores linhas ofensivas do college football. Além disso, ele tem experiência como head coach: comandou Florida International entre 2007 e 2012 e, apesar do nada impressionante record de 27-47, fez um bom trabalho num programa totalmente disfuncional.

LEIA TAMBÉM:  Preview: New Orleans Bowl - Troy vs. North Texas

Onde ele pode parar? Cristobal é altamente cotado para ter sua segunda chance justamente em sua alma mater, Miami. Caso os Hurricanes optem por um nome mais "sexy", seus laços com a Flórida talvez lhe coloquem em posição para assumir UCF. Até mesmo Rutgers, em cujo staff ele esteve por três temporadas, pode considerá-lo caso Kyle Flood seja demitido.

02. Kirby Smart (DC, Alabama Crimson Tide)

Em seu nono ano no staff de Nick Saban, Smart é um dos melhores coordenadores defensivos de todo o college football e conhece a SEC como a palma da sua mão. Ao longo das últimas temporadas, recebeu várias propostas de emprego como head coach, mas as recusou em busca daquela que considera ideal (não temos como ler sua mente, mas esta muito provavelmente é na SEC).

Onde ele pode parar? Ele é um dos candidatos mais comentados para assumir o cargo deixado por Steve Spurrier em South Carolina, mas também deve receber ligações de Georgia - sua alma mater - caso Mark Richt seja demitido.

01. Brent Venables (DC, Clemson Tigers)

Você sabe que um técnico assistente é competente quando, mesmo perdendo grande parte do elenco para o Draft da NFL, o desempenho de sua unidade não cai. Este é o caso de Venables, que antes de ir para Clemson esteve por 12 anos no staff de Oklahoma.

Onde ele pode parar? Se Bill Snyder se aposentar ao final da temporada, ele será um forte candidato para assumir o cargo Kansas State - sua alma mater. Suas conexões com o sul também o colocariam como um nome viável para substituir Gary Pinkel em Missouri.


Comentários

comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja também